domingo, 25 de janeiro de 2009

O Assassinato de um Presidente

O Assassinato de um Presidente (The Assassination of Richard Nixon, EUA/México, 2004)
Direção: Niels Mueller
Elenco: Sean Penn, Naomi Watts, Don Cheadle, Jack Thompson
Duração: 96 minutos
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Vi ontem este filme, em DVD, claro. Tentei me lembrar de algum filme ruim que tivesse visto com Sean Penn, não consegui. Não digo que não exista, mas eu não conheço.

Gostei muito deste filme que conta a história de Samuel Joseph Byck, um cara atormentado, deprimido que planeja matar o presidente Nixon, não consegue, evidentemente. Este Samuel existiu mesmo, se quiser saber sobre ele siga o link acima.

Sam, como é chamado no filme, é representado por Sean Penn, esta cena com o cachorro é tristíssima "Pelo menos você gosta de mim, não é?". Ele é um cara difícil demais e problemático demais, desses de quem as pessoas saem correndo, a mulher, os filhos, até o irmão, ninguém o aguenta mais. O pior é que ele é 'gente boa', ele tenta, ele é honesto, mas não se enquadra no mundo, é muito desajustado e a vida já é difícil demais para todo mundo, ninguém quer um tipo tão difícil por perto.

E na sua confusão mental ele tem a ideia de 'matar o presidente'.
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Acabei de ler O Homem Duplicado. Não é meu livro preferido de Saramago, gosto bem mais de Ensaio sobre a Cegueira, O Evangelho sobre Jesus Cristo e Levantado do chão. Este último eu li faz muitos anos.
Em O Homem Duplicado seguimos a história de um professor de história, Tertuliano Máximo Afonso que um dia, vendo um filme, descobre que tem um sósia perfeito, mais do que um sósia, é o seu duplo. Essa descoberta muda completamente a vida de Tertuliano.
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Vi ainda outro filme (pois é, eu já sou caseira e continua a fazer frio em Curitiba, entonces...), O Prazer é todo meu, um filme francês (Tout le plaisir est pour moi), com uma atriz belga, Marie Gillain que faz o papel de Louise, uma linda garota de uns trinta anos, independente, alegre, falante e que gosta muito de sexo. Tudo vai muito bem até que um dia, sem mais nem porquê, ela perde a capacidade de sentir prazer sexual. Um drama que ela sai dividindo com todos, pai, mãe, irmã, namorado. Nem todos concordam que seja exatamente um drama, mas é assim que ela vê e manda o namorado às favas porque acha que ele não está dando a importância devida ao seu problema.
Bom, infelizmente o DVD que eu aluguei também tinha um problema bem no finalzinho, fiquei sem saber se Louise encontrou uma solução ou se descobriu a causa deste infeliz acontecimento. Vi que ela reencontra o namorado e que ele estava indo para o Canadá, eles conversaram, ela parecia feliz e o resto eu fiquei sem saber. Amanhã vou reclamar na locadora.
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E hoje vou assistir Desde que Otar partiu.

3 comentários:

Manoel Carlos disse...

Ver o filme sem o fim, é como ouvir fragmento de piada em elevador.
Minhas releituras atuais, além de poemas de Manuel Bandeira e Drummond, são os livros de Mia Couto, reli A Varanda do frangipani, depois de ler Venenos de Deus, remédios do Diabo e Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra.
No Rio, numa semana tivemos todas estações do ano.
Abraço
Manoel Carlos

nora borges disse...

Menina, eu tb nao conheço nenhum filme dele ruim... mas sei que a maioria deles me faz sofrer.
Que bom receber tua visita. Teu blog continua lindo, delicado nos textos, nas imagens, nas poesias. Você é clássica, Leila. Sempre é uma delícia vir aqui.
Beijos

Sonia disse...

Já me acontceu isso, o DVD apresentar defeito bem no finalzinho. É muito frustrante. Não me lembro muito bem de O dia em que Otar partiu, mas lembro de que gostei.