terça-feira, 16 de outubro de 2007

A Chave

A Chave
Junichiro Tanizaki

A Chave trata da história de um professor universitário que não consegue mais satisfazer sexualmente Ikuko, sua esposa voraz. Voraz e pudica ao mesmo tempo, ela não cansa de repetir uma ladainha sobre sua ‘educação tradicional’ que não a permite ultrapassar certos limites. Mas o pobre homem tenta, com muito empenho, encontrar uma solução para a sua fraqueza. Vai à procura de opinião profissional, opinião não profissional, massagens, remédios diversos ao ponto de comprometer sua saúde. Um dia, observando Kimura,um jovem estudante que freqüenta sua casa, e que seria, em princípio, um partido para sua filha, o professor descobre que o ciúme é um excelente estimulante. Assim começa um jogo perigoso. O mais interessante é que a história é contada através do diário do professor e da sua esposa. Cada um mantém um diário e desconfia que o outro o lê às escondidas. Ou quer que o outro leia? Resenha minha no RoseLivros


6 comentários:

Manoel Carlos disse...

Intriguista.
Após publicar, em papel, Cadernos da Bélgica, com crônicas e contos sobre imigrantes brasileiros, você deveria publicar um livro com crônicas e contos sobre a Ásia.

rosangela disse...

A idéia do Manoel é boa. Concordo. :)
A resenha do livro me deixou curiosa. Dá vontade de ler...

Wagner disse...

A história parece bem interessante, Leila, sobretudo por causa dos diários — adoro diários (principalmente os dos outros, claro)!
Mais um para minha lista.

Abraço.

Anônimo disse...

Desinteressante parece-me!
a minha vida sexual é muito mais pródiga !

Cristina disse...

Anônimo: Tão bem vc está que sai por aí agredindo as pessoas gratuitamente... E, vamos combinar, devia ler mais para aprender a escrever... Ou pelo menos deixar comentários críticos dando a cara para bater....

Anônimo disse...

Queira desculpar.
Nunca sabemos como somos lidos, mas tenho a certeza absoluta que expiei qualquer coisa. Asseguro que sei escrever desde da idade da pedra . Achei interessante o blogue e disse alguma coisa para brincar, mas a moral católica não consente . Consulte a sua cabeça .
Não voltarei: janela fechada, não posso perder tempo não envangelizo.
Cordialmente