sábado, 6 de fevereiro de 2010

Ann Coulter


Ann Coulter (1961) é advogada e jornalista norte-americana, muito popular, sobretudo junto do eleitorado de direita, e conhecida pelas suas tiradas politicamente incorrectas. Escreveu vários livros, alguns dos quais se revelaram verdadeiros best-sellers e é colunista em diversos periódicos.
Embora lhe sejam conhecidos ex-namorados, ligados ao jornalismo e à direita, Coulter não casou nem tem filhos, mas é membro de uma igreja evangélica presbiteriana dirigida pelo pastor Timothy J. Keller.
Entre outras coisas, nas suas aparições públicas na rádio, na televisão e em palestras, Coulter ataca a teoria evolucionista, os homossexuais e os muçulmanos. O seu ódio aos democratas e às feministas é declarado e peçonhento.
Sobre as mulheres conhecem-se algumas tiradas suas que são verdadeiras pérolas de misoginia, embora, obviamente, ela negue esta interpretação; vejamos uma das mais badaladas:
"Eu acho que as mulheres deviam ter armas mas não deviam votar... as mulheres não têm capacidade para compreender como é que o dinheiro é ganho. Elas têm muitas ideias de como o gastar. E quando vão votar, querem sempre mais dinheiro para educação, mais dinheiro para cuidados infantis, mais dinheiro para creches."
Ann Coulter, Politically Incorrect, Fevereiro, 26, 2001

continua no blog Sexismo e Misoginia.
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Eu já conhecia essa senhora, não consigo entender o que se passa na cabeça de uma mulher dessas, não sei se é por dinheiro que ela presta esse desserviço às mulheres - ou melhor, a toda a sociedade - se é por poder, se é por odiar ser mulher ou se é estúpida simplesmente. Em todo caso, como diz a autora do blog, é melhor conhecer esse movimento até para preservar as conquistas que as mulheres já tiveram, é um movimento que tem poder e que não deve ter muita dificuldade em angariar fundos. Infelizmente.

2 comentários:

Diz disse...

Revoltante uma mulher assim! dá raiva.
E no poema abaixo a Milady era fria e o enamorado vingativo :)
Bj bom fim de semana, Elianne

Sonia disse...

Cruz credo. A gente custa a acreditar que ainda existam mulhere/pessoas assim.